la caisse du mouton
Antoine de Saint-Exupéry

[ a cata do resto dos dias nas novas rebentações ]



Engulo o fim esmagado de mais
extravagâncias físicas, tudo
é a fisiologia que deitámos para dentro
da cortesia tratável d’O cadáver.
Não abono nomes à constrição do peito.
Espreito outro pulo no estágio
enquanto a luz se enche a poros
demais. Anil. O que sofro – sofro - é tão
além azulado em penetração, o sol
vem húmido de encontro ao reflexo
desta treva. Não anestesio o resto
do dia. Subo a árvore nua. A minha casca

verte seiva enquanto brotam imaturos
botões nas extremidades. Escoando ingénuas
as paisagens libertinas das novas rebentações.












I'm sandra aka margarete ~ acknowledgeyourself@gmail.com












































Uma árvore é uma obra de arte quando recriada em si mesma como conceito para ser metáfora.


Alberto Carneiro